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As normas da vigilância sanitária para negócios de alimentação costumam gerar dúvidas, insegurança e até medo de fiscalização em quem toca um pequeno negócio no dia a dia.
Entre correria, falta de informação clara e receio de multas ou interdições, muitos empreendedores não sabem por onde começar.
Neste cenário, entender o que é exigido ajuda a organizar processos, evitar erros comuns e manter o negócio funcionando de forma regular, segura e confiável para clientes e para a própria equipe.
E é com isso que vamos ajudar você ao longo deste artigo. Acompanhe aqui uma lista dessas normas!
Ficar atento às normas da vigilância sanitária é fundamental para pequenos negócios de alimentação, pois essas regras garantem a segurança dos alimentos e a saúde dos consumidores.
Então, cumpri-las ajuda a evitar contaminações, multas e interdições, além de fortalecer a confiança do cliente no estabelecimento.
Seguir as exigências também melhora a organização do negócio, padroniza processos e contribui para a qualidade do serviço, o que aumenta as chances de crescimento e sustentabilidade no mercado.
A legislação sanitária aplicada aos serviços de alimentação no Brasil é composta por normas federais, estaduais e municipais, sendo a principal a RDC nº 216/2004 da Anvisa, que estabelece as Boas Práticas para serviços de alimentação.
Na prática, ela define regras sobre higiene, manipulação, armazenamento, infraestrutura e controle de pragas.
Mas também se aplica o Decreto-Lei nº 986/1969, que traz as normas básicas sobre alimentos, e a Lei nº 6.437/1977, que trata das infrações sanitárias, além das legislações locais da vigilância sanitária responsável pelo licenciamento e fiscalização do estabelecimento.
A seguir, apresentamos a você em detalhes e com explicações objetivas de todas as normas da vigilância sanitária para negócios de alimentação da RDC nº 216/2004 e do Decreto-Lei nº 986/1969. Acompanhe.
A RDC nº 216/2004 é o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação.
O objetivo desta norma é estabelecer requisitos de higiene e segurança durante todas as etapas de um negócio de alimentação, seja um restaurante, uma lanchonete, uma confeitaria ou até mesmo para quem produz comidas em casa e vende fora.
A ideia é garantir qualidade higiênico-sanitária dos alimentos e a proteção da saúde dos consumidores.
Separamos neste tópico as normas da vigilância sanitária para negócios de alimentação referente a esse regulamento, que define tudo sobre processos de recebimento, preparo, armazenamento, transporte e exposição à venda/distribuição/entrega.
No que diz respeito à infraestrutura e instalações, as normas da vigilância sanitária para negócios de alimentação ainda seguem as exigências da RDC 216.
Aqui, este regimento determina que o ambiente físico onde há preparo e manuseio de alimentos tenha:
Neste ponto, as normas da vigilância sanitária para negócios de alimentação tem regras claras para garantir a limpeza diária de todas as superfícies.
Abaixo, separamos e destrinchamos essas regras em água potável, controle de resíduos e manejo de lixo, manipuladores de alimentos, controle de vetores e pragas urbanas.
A RDC 216 especifica requisitos rigorosos para todos que trabalham com alimentos, sendo eles:
O estabelecimento deve implementar e documentar um sistema contínuo de controle de vetores e pragas, que inclua:
A RDC nº 843/2024 é uma das normas da vigilância sanitária para negócios de alimentação que fala sobre todos os procedimentos da regularização de alimentos e embalagens.
Seu foco está em estabelecer critérios de registro, notificação ou comunicação.
Para esse processo de regularização, a RDC 843/2024 define três regimes principais:
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Neste conteúdo, trazemos dicas valiosas para você tirar fotos de suas produções e postar no seu Instagram pra vender mais e deixar seus clientes com água na boca:
Neste outro vídeo, conversamos sobre às principais tendências do futuro para negócios de alimentação. Quem tocou esse papo foi a especialista Bia Araújo, referência quando o assunto é empreendimento gastronômico:
Nesta outra Live, trouxemos a especialista Aline Pedroso para falar sobre como aproveitar datas para vender em negócios de alimentação:
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